Quem sou eu

Trabalhamos com filmagens de documentários e curtas, além de apresentações de teatro, Oficinas de dança e expressão corporal, criação literária e arte-educação.

Milka Plaza

Milka Plaza

sábado, 17 de dezembro de 2016

Viver, sonhar

Ao teu encontro
na manhã cálida
em que pássaros,
garças ecoam
em revoada.
Verdes pastos
montanhas altas
céu de nuvens
esparsas.
Um rio
atravessa o caminho.
Faça a diferença
de viver,
sonhar,
emergir para
um novo
amanhecer.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Além Mar

Debaixo dessa pedra
mora meu amor.
Atrás, de além mar,
surge a grande baleia
entre as montanhas
a tocar as nuvens
com sua enorme cabeça.
Enquanto o corpo
descansa
sobre um leito verde,
de folhas,
palmeiras
e
bananeiras.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Tempo relativo

Seu corpo dança
em movimentos
circulares, ondulantes.
Adonis,
para mim.
Sorriso refrescante
de teus olhos verde mar.
São azuis?
disse dudinha.
Depende do dia.
Amor.
Frio intenso
nas noites geladas.
Onde está você?
O tempo 
o espaço
não existem.
Se unem na imensidão.
Relativo?
O tempo
que nos separa 
neste momento.


sábado, 16 de julho de 2016

Crônica Privada

Este vídeo foi realizado na oficina de curta metragem, produção e criação, na Mostra Catavídeo 2010, pela cinemateca catarinense. Nosso professor foi o Diretor de Cinema Marco Stroisch.

domingo, 5 de junho de 2016

Guerra

Guerra fria na luta dos homens
dor que contrai as entranhas de muitos
sangue que dilata as veias que ardem
vida que surge no âmago do horizonte.
Morte que mata os andares tristes
bombas de luz e alegria que surge
granadas de doces canções no ar.
Armas a escolher e vencer as agruras
armadura que nasce de teu olhar,
que mata,
que fulmina,
que reforça a vida,
de lutas diarias.

Beringela Recheada

Ber
ingela
Recheada?
a beringela
quem diria
verde e redonda
como a vida
que circunda
todas as vidas.
O recheio
de vida
sorriso
de gosto
pelo verde
do encanto
da esperança.
Não é verde?
A beringela?
É vinho?
Fica o gosto
do recheio.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O Corpo

Braços, pernas, seios, tudo estava jogado sobre a cama pesteada. A cabeça que parecia um prego, o cachorro mastigava pensando ser um osso. Os seios eram de chocolate. A menina ganhara no dia da páscoa. O recheio era de marshmellow ou algo parecido. Ainda não se recuperara da gripe e enquanto a mãe lhe ministrava o banho, tudo tinha ficado por cima das cobertas. Coitada da boneca. Parecia uma princesa dos contos de fada e agora jazia toda esquartejada. Seu algoz, uma menina de quatro anos.

Aroma de café

Ambiente
pessoas
um sorvo de café.
Colher no chão?
Ruídos de passos
Sombras,
luz.
Música ao fundo,
graves e agudos,
sonho interrompido.

Pontos

Que marcas são essas?
formas que abrem e
desabrocham.
Alguém,
milhares,
marcas,
formas
difusas,
pontos
infinitos
como as ideias
que entram e
saem
das mentes.
formas
disformes
que assopradas
se apagam
e formam
novas pegadas
de quem
se segura
e se esvai
no rumo incerto.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Interno caminho

Amor que nasce
em teu olhar
janela
da alma
a espelhar
o interno caminho
do sorriso
da tua mirada
que fala.
Quem é você?
Suave amor.